Conforto e utilização do automóvel
O passageiro também precisa de experimentar
A experiência de quem vai ao lado pode diferir bastante da do condutor. Acesso, apoio e espaço para objetos merecem uma observação própria. Não escolha pelo passageiro apenas porque o lugar parece amplo.
Convidar a observar
Peça à pessoa que viaja habitualmente consigo para participar na visita, quando possível. Explique o que pode experimentar.
Não transforme a opinião dela numa formalidade depois de já ter decidido.
Testar o acesso
Com o veículo parado e autorização do fornecedor, observe entrada e saída. A abertura total da porta pode não reproduzir o uso diário.
Registe condições que precisariam de ser diferentes.
Ajustar o lugar
Peça uma explicação dos ajustes disponíveis. Não suponha que o banco do passageiro oferece os mesmos movimentos que o do condutor.
A informação deve corresponder à versão concreta.
Olhar para os objetos
Pense em óculos, mala e outros itens que costuma levar. A arrumação deve ser acessível e adequada.
Evite deixar objetos soltos onde possam interferir com a utilização segura do veículo.
Ouvir a impressão
Deixe a pessoa descrever o que sentiu sem traduzir imediatamente para a sua preferência. Uma diferença de experiência não precisa de um vencedor.
Pode revelar um ponto importante para outra visita.
Separar saúde e gosto
Não aceite promessas de que um banco resolve uma condição de saúde. Questões persistentes devem ser discutidas com profissionais.
Uma preferência de conforto não é um diagnóstico.
Guardar duas notas
Mantenha as observações do condutor e do passageiro separadas. Assim, uma dificuldade não desaparece numa avaliação média.
O veículo deve ser considerado no contexto de quem realmente o vai utilizar.